To adorando tudo isso.
Ontem foi um dia divertido, diferentes dos meus últimos dias. Saí com dois amigos e uma pessoa que começa a fazer com que eu me sinta diferente.
Sentados no banco, eu e ele, chega o vendedor de flores de veludo.
-Compra, entrega pra ela e se declara.
Em meio a risos e um pouco de vergonha, ele comprou e disse uma coisa bonitinha pra mim.
Na volta pra casa, meio embriagado (e eu também) veio deitado no meu ombro, quase dormindo, parecendo um menino ou alguém que eu já conhecia há muito tempo.
Só, mais nada.
22/11/2009
16/11/2009
14/11/2009
Minha entediante sucessão de sonhos
Estava dormindo na rede, com o meu edredon (termina com n ou com m?) que é sempre menos quente que todas as outras cobertas. E é só por isso que eu gosto dele.
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Um maluco jogava meus desenhos no rio e eu nadava como uma louca desesperada pra alcançá-los de volta.
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Um monte de gente que eu não conheço bebendo cerveja na minha casa.
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Um maluco jogava meus desenhos no rio e eu nadava como uma louca desesperada pra alcançá-los de volta.
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Um monte de gente que eu não conheço bebendo cerveja na minha casa.
11/11/2009
O segundo pesadelo
Indo para o supermercado com mais uns quinze desconhecidos atrás de mim. Tô de meias, o chão está molhado da chuva. Vejo pessoas correndo na direção contrária à minha, com extintores e mangueiras de água na mão. Quando me viro, vejo que é a minha casa que pega fogo.
Minha mãe está na porta e está diferente. Está com metade da minha altura, cabelos muito longos e presos, o rosto brilhando de tanto suor. Se algo pode me assustar nesse momento, nem é minha casa em chamas, mas sim minha mãe rindo desesperadamente enquanto tudo o que a gente tem está sendo consumido pelo fogo.
Comecei a correr em direção à minha casa, sempre com aquelas pessoas desconhecidas atrás de mim, coisa que me incomodava muito. Peguei a mangueira do jardim, entrei no meio do fogo e apaguei tudo sozinha. Só então é possível ver o cenário de destruição, tudo preto, em cinzas, com curiosa exceção dos meus pertences.
Agora minha mãe (que nem é minha mãe) chora.
-Calma mãe, eu sei que já é a segunda vez que passamos por isso, mas não vai acontecer novamente.
Minha mãe está na porta e está diferente. Está com metade da minha altura, cabelos muito longos e presos, o rosto brilhando de tanto suor. Se algo pode me assustar nesse momento, nem é minha casa em chamas, mas sim minha mãe rindo desesperadamente enquanto tudo o que a gente tem está sendo consumido pelo fogo.
Comecei a correr em direção à minha casa, sempre com aquelas pessoas desconhecidas atrás de mim, coisa que me incomodava muito. Peguei a mangueira do jardim, entrei no meio do fogo e apaguei tudo sozinha. Só então é possível ver o cenário de destruição, tudo preto, em cinzas, com curiosa exceção dos meus pertences.
Agora minha mãe (que nem é minha mãe) chora.
-Calma mãe, eu sei que já é a segunda vez que passamos por isso, mas não vai acontecer novamente.
08/11/2009
O sonho de hoje.
Antes que a tinta da caneta que usei pra escrever na mão saia e eu me esqueça de escrever sobre isso.
Eu estava andando com o meu verdadeiro pai na rua de trás do meu prédio. O cenário era totalmente diferente desse daqui do centro, o chão era de terra, lambuzado de lama e estava escuro. Eu via pessoas passando do meu lado, conversando baixo e me metiam medo. Meu pai era estranho, magro demais, meio baixo, andava se arrastando e estava fumando um cigarro.
Escutei um barulho alto, me dei conta que era um tiroteio e saí correndo pela rua que era única. Me deparo com outro tiroteio logo mais à frente e percebo que estou no meio de um confronto. Sem ter pra onde correr, minha única saída foi arrombar uma porta de madeira, de uma casa velha. Entrei correndo e nem me lembrei do tal pai. Ele que ficasse para trás. A casa cheirava a mofo, lodo, coisa azeda do caralho. Nem tinha gente lá dentro, aproveitei pra me esconder no quarto.
Abaixada entre a cama e o guarda roupa, no escuro e sem ver porra nenhuma, a luz se acende. Um homem da cara sem cara aponta uma arma pra mim. Quatorze tiros na barriga, que depois eu tirei como se tiram espinhas.
Eu estava andando com o meu verdadeiro pai na rua de trás do meu prédio. O cenário era totalmente diferente desse daqui do centro, o chão era de terra, lambuzado de lama e estava escuro. Eu via pessoas passando do meu lado, conversando baixo e me metiam medo. Meu pai era estranho, magro demais, meio baixo, andava se arrastando e estava fumando um cigarro.
Escutei um barulho alto, me dei conta que era um tiroteio e saí correndo pela rua que era única. Me deparo com outro tiroteio logo mais à frente e percebo que estou no meio de um confronto. Sem ter pra onde correr, minha única saída foi arrombar uma porta de madeira, de uma casa velha. Entrei correndo e nem me lembrei do tal pai. Ele que ficasse para trás. A casa cheirava a mofo, lodo, coisa azeda do caralho. Nem tinha gente lá dentro, aproveitei pra me esconder no quarto.
Abaixada entre a cama e o guarda roupa, no escuro e sem ver porra nenhuma, a luz se acende. Um homem da cara sem cara aponta uma arma pra mim. Quatorze tiros na barriga, que depois eu tirei como se tiram espinhas.
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