07/11/2009

Eu nunca tinha vindo pra Goiânia à noite. No meio do caminho, a maior quantidade de vagalumes que já vi na vida, o céu em tons de rosa por causa do frio e a cidade brilhando bem longe.

05/11/2009

Lying

Às vezes (só às vezes), e de leve (bem de leve), sinto saudades da cobertinha azul.

04/11/2009

omfg.

Hermit crabs and cowry shells Crush beneath his feet as he comes towards you He's waving at you Lift him up to see what you can see He begins his focusing He's aiming at you And now he has cutaways from memories And close-ups of anything that He has seen or even dreamed And now he's finished focusing He's imagining lightning Striking sea sickness Away from here Look who's laughing now that you've wasted How many years and you've barely even tasted Anything remotely close to Everything you've boasted about Look who's crying now Driftwood floats, after years of erosion Incoming tide touches roots to expose them, Quicksand steals my shoe, Clouds bring the f-stop blues Look who's laughing now that you've wasted How many years and you've barely even tasted Anything remotely close to Everything you've boasted about Look who's crying now.

01/11/2009

Em sequencia

Eu quero muito chorar. Quero chorar pelas coisas que perdi, pelas oportunidades que não tive, pelas ocasiões que nunca vou viver.
Quero chorar pra alcançar os meus sonhos, pra esquecer tudo o que já foi, pra relembrar o que já estou esquecendo.
Se não der pra chorar, quero só dormir. Dormir por um ano ou mais, deixar que as coisas se resolvam por si só e mais nada.
Quero chorar de saudade, saudade de roubar café dos professores com o Sonim, saudade de jogar Bomberman com a Marcela, de andar de bicicleta com o Ricardo e de rir junto com a Renata.

Tomara que eu desenferruje (é com g ou j?). Quero voltar a ser eu, preciso colocar tudo isso pra fora, seja nesse blog inútil ou nas folhas A3, com caneta mesmo.

Sei lá.

Acho que fazendo arte, tudo se resolve. É ver a tinta secar no papel que me faz ficar calma, que me faz ter vontade de trabalhar, de me sentir realizada.
É só não interromper, eu quero escrever algo mas não consigo. Já foram sete textos que comecei e travei na segunda frase, isso precisa fluir.
Eu quero dizer que a minha vida tá tensa, tentebrosa, tentadora, toda fodida.
Listei tudo o que aconteceu de ruim nesses meses pra um amigo e o que mais me machuca é a idéia de não saber quem é meu pai.
Eu quero um cigarro, eu quero parar de fumar.

Eu costumo ter o homem que quero, costumo ir onde quero, costumo comprar o que quero. Nunca tive muito limite, meu professor de biologia disse. Deve ser por isso que agora estou me sentindo enlouquecida.
Não quero nem re-ler tudo o que escrevi. (Viram só?, estou me adequando às novas regras gramaticais.)

Preciso de fazer um desenho que nunca fiz, de ler um livro que nunca li, de ficar efusiva com um filme novo e de transar como nunca transei. Qual o nome pra isso tudo? Sei lá.